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23 abril 2010

Leões de Porto Salvo apostam na liderança do Futsal de Formação em Portugal

Clube Recreativo Leões de Porto Salvo cria em Portugal projecto distintivo e inovador na área da formação especializada em Futsal

Com o objectivo de reforçar a sua posição como um dos principais Clubes nacionais nesta modalidade, o Clube Recreativo Leões de Porto Salvo (CRLPS) acaba de formar uma equipa exclusiva, para dinamizar a formação de Atletas e garantir o seu melhor acompanhamento escolar e desempenho desportivo.
Com capacidade para actuar em todos os escalões da modalidade (Escolinhas; Escolas; Infantis; Iniciados; Juvenis; Juniores e Seniores), esta equipa terá um Gabinete de Coordenação e Prospecção, liderado pelo técnico Pedro Horta que em estreita colaboração com um conjunto alargado e experiente de outros técnicos da modalidade e de outras áreas, como a psicologia e educação física, terão a seu cargo, o planeamento, condução, avaliação, treino e preparação para competição dos diversos atletas.

“Este ambicioso Projecto dos Leões, é o passo que tínhamos de dar, para conseguir continuar a marcar e a afirmar a nossa presença, como um dos grandes clubes nacionais da modalidade, na componente da formação em Portugal, ao mesmo tempo que queremos ver reconhecido a qualidade do nosso trabalho, o brio e valor dos nossos atletas, treinadores e dirigentes.”
Afirma Jorge Delgado, presidente do Clube e principal impulsionador do projecto.

De referir, ainda, que o CRLPS é das poucas e únicas colectividades do país, a competir com equipas em todos os escalões federados da modalidade, na vertente masculina e feminina.
Todos os escalões de formação, disputam a principal prova competitiva, a 1ª divisão distrital da Associação de Futebol de Lisboa, e em Seniores Masculinos, encontra-se a lutar pela subida à 2ª divisão nacional, da Federação Portuguesa de Futebol.

A par dos resultados desportivos que se pretendem atingir, esta aposta completa, a tradição e missão do Clube, que em termos sociais e comunitários, sabe que tem um papel importante a desempenhar na " Formação dos Homens e Mulheres do Amanhã".

Com uma origem que remota a 1970, e com um palmares assinalável de troféus e conquistas, o CRLPS é um Clube eclético, que em Oeiras e em particular, em Porto Salvo, apoia e dinamiza a prática desportiva, como forma de promover, o bem estar pessoal e social através de diversas modalidades, que vão desde, o Atletismo, à Patinagem Artística, à Pesca Desportiva, ao Karaté, ao Ténis de Mesa e aos Jogos de Sala e Tradicionais.

O CRLPS pretende ser um espaço, onde a alegria e o gosto pelo desporto e pelas actividades saudáveis, seja conciliada com a promoção e valorização humana, pessoal, social e cultural dos seus atletas, sócios e população local.


in: Press Release do CRLPS
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11 março 2010

A epidemia

A OBESIDADE infantil representa hoje uma das doenças mais frequentemente encontradas nas consultas de Pediatria. São já mais de 30% as crianças, entre os 5 e os 10 anos, que apresentam um índice de massa corporal elevado, o que levou a Organização Mundial de Saúde a considerá-la como a grande epidemia do século XXI.

Se é verdade que a obesidade pode trazer consigo alguns problemas ainda na idade pediátrica, inclusive do foro psicológico, a maior parte das complicações surgem mais tarde na vida, quando a criança obesa se transforma num adulto obeso. Hipertensão arterial, diabetes, acidentes cardiovasculares, alterações hormonais e mesmo alguns tipos de cancro, ocorrem com maior frequência na população obesa em relação à população em geral.

A promoção de estilos de vida saudáveis é a arma fundamental no combate a esta doença. A solução não é simples e envolve a actuação em diferentes frentes, incluindo a promoção de uma alimentação saudável e o estímulo à actividade física, para combater o lazer sedentário, que já é a forma preferida de ocupação dos tempos livres de mais de 70% dos jovens portugueses. Mas nenhuma destas intervenções terá sucesso se os pais não a incorporarem como sua. Nenhuma criança vai alterar os seus hábitos alimentares ou desportivos se os seus pais não a acompanharem. "Faz o que eu digo e não faças o que eu faço", como em muitas outras situações na vida, também aqui não dá resultados. Os pais não se podem esquecer que são o modelo preferencial dos seus filhos e que estes aprendem muito mais pelo que vêem do que pelo que lhes é dito. A intervenção, a ser feita, é para todos e com o envolvimento de todos.

por Paulo Oom para Jornal i

10 março 2010

Um conselho que salva vidas - Embrace Life

 anuncio sobre o uso do cinto de segurança, feito numa abordagem diferente da habitual.

Não se pretende chocar a audiência mas antes passar uma mensagem simples e eficaz. Pretende-se mostrar como uma simples decisão pode influenciar uma vida

"Quis criar uma metáfora que mostrasse como uma simples decisão na vida de uma pessoa pode influenciar a sua vida e a dos seus entes queridos”, explicou o realizador, que tem no currículo dois prémios de cinema britânico, os BAFTA, para curtas-metragens. 

 O impacto deste anuncio foi tal que até já existe um grupo no facebook criado por uma das pessoas que já viu o anuncio. Esperemos vê-lo em breve na televisão nacional.

09 março 2010

Obrigado Leões

O futsal dos mais novos in Record
 Foi com grande orgulho que recebi o convite do Record para falar sobre esta modalidade que tanto amamos e que tanto nos dedicamos de corpo e alma. Uma vez que, além de Treinador de Futsal, sou Professor de Educação Física, de alunos no escalão etário desde 10 - 16 anos, não poderia deixar de dar destaque ao "futsal dos mais novos".
Actualmente a agitação e o ritmo de vida com que nos deparamos diariamente leva-nos por vezes a uma necessidade de que o dia tenha mais meia dúzia de horas por dia, para que possamos fazer tudo aquilo a que nos propomos... Por outro lado somos também invadidos por uma vasta oferta de actividades de carácter fácil e mais cómodo (televisão, cinema, Play Station...). Isto tudo para reconhecer o grande mérito que cada vez mais possuem as pessoas que dirigem as colectividades com equipas de formação, muitas vezes em prejuízo da sua vida pessoal e sem fins lucrativos. Este reconhecimento é obviamente extensível aos treinadores, que por vezes assumem o papel não só de treinadores como também de pais, irmãos, amigos, "taxistas", professores etc.
A actividade física é cada vez mais imprescindível quer em termos de saúde, quer mesmo na perspectiva de formação dos nossos jovens, desviando-os de práticas menos correctas, favorecendo o espírito de grupo e de equipa, contribuindo para a aquisição de hábitos de higiene pessoal, e cumprimento de regras de disciplina.
É essencialmente ao nível da formação que queria destacar o papel fundamental do desporto, nomeadamente o futsal, no desenvolvimento social da criança e do jovem. Quando nos preocupamos com o futsal dos mais novos, não podemos ignorar as alterações das condições de vida, a escola, a família e a dificuldade que sentimos em organizar o tempo livre. "O futebol de rua" foi desaparecendo gradualmente, dando agora lugar às mais variadas actividades. Para que o nosso futsal continue a sua evolução e hegemonia, e que seja cada vez mais reconhecido relativamente às outras actividades é necessário que o serviço prestado pelos clubes seja cada vez melhor, que tenha cada vez mais qualidade. Para isso é imprescindível critério na selecção de "formadores/treinadores" capazes.
Por tudo o que foi referido é fácil reconhecer a enorme importância das Colectividades e das pessoas que formam e educam os nossos jovens, e que diariamente e sem qualquer contrapartida financeira se dedicam à causa...
Bem-haja a todas a colectividades e treinadores que formam e educam os "futsalistas do futuro".

NUNO DIAS*
*Licenciado em Educação Física (Prof. Colégio Dr. L. P. Costa) e Treinador de Futsal Nível 3 (Instituto D. João V)

Fonte: Jornal Record

Coach do Coach: Liderança e Formação

Num dos blogues que acompanho com atenção, li este post que acho bastante pertinente e que aqui reproduzo:

Liderança e Formação

Quase todos nós já passámos pela experiência de participar numa formação sobre comportamentos, processos ou atitudes relacionadas com o nosso local ou equipas de trabalho, gostar, superar as expectativas, alterar alguns pensamentos pré-concebidos, voltar para a nossa organização, e mais dia, menos dia, tudo voltar ao que era.

As formações podem ser um motivo de preocupação mesmo quando correm bem. Parece contraditório, mas não o é! A expectativa que se cria nos colaboradores pode catapultar para níveis superiores de exigência e a posterior constatação que a incapacidade de mudança por parte da organização para outros patamares dificilmente se concretizará.

Das primeiras vezes que tive oportunidade de participar enquanto formando em acções relacionadas com a mudança, coaching de equipas, liderança visionária e reconhecida, facilitação de processos, etc., ouvia com alguma frequência no efeito ‘foguete’. A formação corria bem, o formando apercebia-se das vantagens de alterar as suas atitudes e comportamentos, determinava-se em mudar, chegava à sua organização e dava de ‘caras’ com chefias que não estavam receptivos a tais comportamentos ou alterações na forma de trabalho. O efeito passa rapidamente e apenas brilha por momentos.

De uma forma transversal, e não querendo colocar qualquer culpa ‘apenas’ nas directorias ou chefias de algo, reconhecidamente, existe por vezes um tampão de boas intenções na mudança de processos, proactividade, empreendorismo por parte dos seus colaboradores. Se por um lado proporcionará mais ideias, mais-valia, possivelmente mais produtividade, o outro lado ‘obrigará’ a um acompanhamento por parte de quem chefia em termos de capacidade de inovação, liderança, descentralização e o lidar com a falta de confiança quando se observa que alguém pode acrescentar mais valor numa determinada área técnica.

O mercado e o sistema das organizações desportivas não são excepção e se retirarmos uma percentagem muito mínima, são muitos os exemplos de organizações (federações, clubes, associações, autarquias, institutos, etc.) em que quem lidera não possui pelo menos a capacidade de reconhecer quem pode melhorar, escolher experts nas áreas sem que isso signifique que o seu papel deixou de ter a importância que ele necessita, rodear-se de espírito crítico e inovador e não apenas de ‘yes man’. Algo assim facilitava e muito o aparecimento de mais e melhores projectos para alterar a actual situação que o sistema desportivo apresenta.

Falta uma visão, faltam valores, falta liderança, exige-se sem se criar condições para tal, formam-se técnicos (mal?) mas não se dão oportunidades para actuarem. Dia após dia (e apenas naquilo que vai aparecendo na imprensa desportiva) consegue-se coleccionar casos atrás de casos. Nas federações, associações, autarquias ou institutos vemos um agarrar ao lugar independentemente da estratégia que apresentam (?) ou dos seus objectivos relacionados com a organização. Como se costuma dizer ‘apenas somos uma mais-valia quando nos desprendemos do nosso ego’. Ficamos a aguardar. 


in  Coach do Coach

15 fevereiro 2010

Como conseguem

Como conseguem mais de 100 pessoas tanto sincronismo??

Uma ajuda:
  1. Treino
  2. Muito treino
  3. Muito treino e dedicação

19 janeiro 2010

Aquecimento global

Numa época onde se fala mais do que nunca do aquecimento global deixo-vos um vídeo da Quercus que ilustra aquilo que poderá ser o futuro se continuarmos a falar e não a AGIR.

Não será certamente no nosso tempo...mas e os nossos filhos e os filhos deles?



01 janeiro 2010

Trabalho de equipa

11 novembro 2009

Palavras para que?

27 outubro 2009

Trabalho de equipa

O futsal é um desporto colectivo.


Penso que ninguém tem duvidas sobre esta afirmação, mas será mesmo?
Quantos de nós tem atletas que por terem uma capacidade técnica acima da média gostam de exibir o seu potencial? Quantos de nós tentamos explicar que como desporto colectivo o futsal é para ser jogado em equipa. Ainda este fim de semana a minha equipa "sofreu" com este problema e tenho tentado trabalhar o mesmo de diferentes maneiras. Nada como uma imagem (ou várias) para se perceber o que é o trabalho em equipa.

O filme seguinte é exemplo de um extraordinário trabalho de equipa durante um evento realizado pela Oprah. Para além do trabalho de equipa reparem na satisfação que o mesmo proporciona a todos quantos estão envolvidos (reparem no sorriso na cara das pessoas)






Já repararam que nos primeiros 50 segundos do filme em que a senhora dança sozinha pensam que ela está maluca??? porque será?

26 outubro 2009

Mais uma vez a formação

Volto hoje ao topico da formação, no final de contas, o tema a que todos os treinadores dos escalões abaixo de seniores se deveriam dedicar.

A verdade é que por várias razões não o podemos fazer. Essas razões vão desde o numero de atletas disponiveis semana após semana, limitações financeiras dos clubes, pouco apoio por parte das direcções dos clubes, etc.

A verdade é que também as instituições com responsabilidades nesta matéria nada fazem para melhorar a dita FORMAÇÃO. Instituições como a AFL, FPF, os chamados grandes clubes e até os meios de comunicação social são exemplos da passividade com que se encara esta problemática.
As primeiras por nada fazerem para proteger os clubes que realmente formam jogadores e a comunicação social e a opinião publica em geral por dar mais importancia a jogadores que se destacam pela sua qualidade individual do que ao colectivo. Se em seniores não é importante de certeza que nos escalões de formação o colectivo deve sempre estar a frente do individual.

O video em baixo é exemplo do que se aborda aqui. É verdade que é bonito de se ver e que arranca alguns sorrisos, mas até que ponto é importante ou até mesmo util na FORMAÇÃO de um atleta? E lembrem-se que a formação deveria ser mais do que apenas ensinar a jogar a bola .....


15 outubro 2009

Pensamentos

O principal objectivo da educação/formação é criar pessoas capazes de fazer coisas novas e NÃO simplesmente repetir o que as outras gerações fizeram.

Jean Piaget

Formação - Comentário de um visitante

 Este foi um comentário feito ao post de ontem onde eu abordava o tema da formação dos atletas e que mereceu um comentário, que desde já agradeço,  e que decidi reproduzir como novo post por achar que é muito relevante para todos nós e merece uma reflexão profunda.

Formação.

Tanto tenho ouvido e visto in-loco, debater a Formação no Futebol. É um tema aberto. Já escrevi sobre o mesmo noutros Blogues, sempre apoiando a minha narrativa com exemplos feitos a partir de pesquisas efectuadas por técnicos especializados ou outros com enquadramento na moldura supra, sendo a minha participação e interesse nesta matéria na observância que faço enquanto adepto e um "aficionado" desta modalidade.

É um conceito como referi e repito com substancia, logo não se pode nunca dar como encerrado.

E aproveito para acrescentar um editorial escrito no Global noticias pelo seu Director Sr Silva Pires, hoje 14 de Outubro de 2009 dia em que a nossa selecção Nacional garantiu o lugar no Play-Off com vista a carimbar o passaporte para o Mundial 2010 na África do Sul.

Sendo o seu treinador o Professor Carlos Queiroz, Homem com provas dadas no trabalho efectuado nas camadas jovens, tendo no seu curriculum para além de títulos europeus a conquista de dois Mundiais. Figura que potencia opiniões dispares, reforçava nada consensuais, e só por isso funciona como mola impulsionadora à discussão sustentada e responsável sobre Futebol.

"Nova realidade no futebol jovem"

"Os portugueses andaram muito tempo habituados à ideia de que tínhamos uma magnífica escola de futebol. Deslumbrados com os sucessos da produção de craques e com o reconhecimento internacional da nossa selecção, deixaram de prestar atenção ao que se passa onde tudo começa.
Ora, a verdade é que as selecções jovens deixaram de conseguir acesso aos grandes palcos e a fragilidade dos seus resultados nada de bom prenuncia. E se tudo continuar assim, corremos o risco de só chegarmos ao mundial se convencermos a FIFA da validade da candidatura ibérica...
Agora que até temos tanta academia, não conseguimos formar selecções jovens com capacidade de afirmação? O que se passa?"

Repito, tema com uma abrangência vasta. Mas não estará aqui nesta preocupação colocada pelo autor deste post uma das respostas possíveis à pergunta colocada neste editorial pelo seu director. - "O que se passa?"

Um abraço,

Manel

14 outubro 2009

Formação

Muitos clubes apesar de terem escalões de formação não praticam realmente formação. Muitos treinadores estão dependentes dos resultados seja por parte desses mesmos clubes seja por uma questão de orgulho pessoal. A dita formação existe apenas no papel e por vezes nem aí.


A preocupação com a formação desportiva dos atletas devia de contribuir para a formação dos jogadores enquanto Homens ou Mulheres do futuro.

Muitas vezes os treinadores são olhados com admiração e com respeito por parte dos seus atletas e as atitudes que muitas vezes vemos nos campos não dignifica em nada esses mesmos treinadores.

Quantos de nós, ou os clubes que representamos, dedicam tempo a ensinar os atletas materias além do desporto ? Quantos se preocupam com as suas notas escolares? Quantos se preocupam com o seu enquadramento familiar ? Quantos se preocupam com a higiene dos atletas? Ou quantos se preocupam em saber se o atleta tem o que comer em casa?

Parte de nós a obrigação de FORMAR os atletas em todas as suas vertentes, sejam elas desportivas, culturais, educacionais ou outras. Os nossos atletas muitas vezes copiam o que fazemos.

Apture